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William Bonner encanta fãs paraenses, em Belém (Caravana JN)

William Bonner, apresentador do Jornal Nacional, da Globo, foi ovacionado, na noite de domingo, dia 10, em Belém, com gritos histéricos de fãs que foram assistir ao ensaio para transmissão ao vivo do telejornal, que acontece nesta segunda-feira, dia 11, diretamente do Complexo Feliz Luzitânia, no centro histórico da capital paraense.

“ Gostoso!”, “Lindo!”, “Maravilhoso!”, foram alguns dos adjetivos usados para definir o jornalista da TV Globo. Algumas fãs chegaram a sugerir que Bonner fosse candidato à presidência do Brasil. “ Você seria o nosso eleito”, disse uma delas.

William retribuiu o carinho das fãs, conversando com elas, de cima do palco onde ficará posicionado hoje, durante a transmissão do Caravana JN, que começa às 20h. A produção do noticioso espera um público estimado de 6 mil pessoas, na Praça Frei Caetano Brandão, em Belém.

No meio do ensaio, Bonner recebeu um telefonema de Fátima Bernardes e colocou a mulher no viva-voz. A apresentadora mandou um abraço para o público paraense.

O jornalista, que chegou na madrugada de ontem, em Belém, disse que ficou impressionado com a arquitetura da cidade.

“ É engraçado descobrir isso somente aos 43 anos de idade”, disse ele. O jornalista almoçou ontem na Casa das Onze Janelas, um dos pontos turísticos da capital paraense. Na saída do restaurante, também foi cercado pelos fãs.

Sobre a Caravana do Jornal Nacional, Bonner disse que ela vem cumprindo seu objetivo, na medida em que os telespectadores do jornal estão tendo participação direta nas reportagens.

“ Estamos dando uma oportunidade para que os telespectadores verbalizem seus desejos e formem uma opinião crítica diante do que está sendo prometido pelos que se dizem solucionadores do problemas, ou seja, os candidatos”.

Bonner volta para o Rio de Janeiro na madrugada de terça-feira, dia 12.



- Postado por: Flavia Tostes às 09h49
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Sandra Annenberg vai ao show de Gilberto Gil  da turnê interativa em São Paulo

Depois da turnê internacional, Gilberto Gil apresentou em São Paulo, nesta quinta-feira, 16, o show "Banda Larga", no Citibank Hall. Com repertório de canções antigas e atuais, o músico deixou a platéia  histérica. "Após 20 shows, o 'Banda Larga' se beneficiou ao chegar em São Paulo. Ele está mais maduro", disse o ministro da Cultura, que pretende gravar o CD da turnê ainda este ano.   A inovação do show é que o público pode filmar e fotografar a apresentação. E quem está em casa pode assistir ao espetáculo ao vivo pela internet. "Foi uma idéia que nasceu da realidade. É uma maneira de nos aproximarmos desses novos mundos da tecnologia", explicou o cantor. "Todas essas coisas novas que apareceram na tecnologia nos dividem em duas posições: ignorar ou agregar à arte", disse Gilberto Gil. Ao todo, Ele cantou 21 canções, entre elas "Andar com Fé", "Vamos Fugir", "Aquele Abraço" e "Não Grude Não".                                              

CONVIDADOS

Casada com o cantor há 26 anos, Flora assistiu ao show ao lado de amigos. "A canção 'Olho Mágico' é linda. Ele a compôs há pouco tempo", disse a esposa, que acompanhou o marido na turnê internacional. "Passamos por teatros e casa de shows lindos, mas aqui as pessoas sentem melhor a música. Lá eles gostam mais da melodia", falou Flora Gil. O casal de jornalistas Ernesto Paglia e Sandra Annenberg estava na platéia. "Gosto de muitas músicas do Gil, é difícil dizer uma. O show é interessante porque é multimídia", comentou Annenberg.

Marina Morena recebeu os convidados da família na entrada do Citibank Hall. "A turnê é ousada e acho legal o fato de quem não tem dinheiro poder assistir ao vivo pela internet", disse Marina. No final da apresentação, Gil relutou em deixar o palco e cantou mais três músicas, para o deleite do público. O cantor falou da importância do movimento tropicalista para a cultura brasileira. "A tropicália teve um papel compartilhado com muita luta em toda a arte naquele momento. 'Banda Larga' é um filhote, um neto, um bisneto do tropicalismo", disse o ministro da Cultura. Amigos e fãs fizeram uma fila indiana na entrada do camarim para cumprimentar Gilberto Gil.
Casada com o cantor há 26 anos, Flora assistiu ao show ao lado de amigos. "A canção 'Olho Mágico' é linda. Ele a compôs há pouco tempo", disse a esposa, que acompanhou o marido na turnê internacional. "Passamos por teatros e casa de shows lindos, mas aqui as pessoas sentem melhor a música. Lá eles gostam mais da melodia", falou Flora Gil. O casal de jornalistas Ernesto Paglia e Sandra Annenberg estava na platéia. "Gosto de muitas músicas do Gil, é difícil dizer uma. O show é interessante porque é multimídia", comentou Annenberg.

Marina Morena recebeu os convidados da família na entrada do Citibank Hall. "A turnê é ousada e acho legal o fato de quem não tem dinheiro poder assistir ao vivo pela internet", disse Marina. No final da apresentação, Gil relutou em deixar o palco e cantou mais três músicas, para o deleite do público. O cantor falou da importância do movimento tropicalista para a cultura brasileira. "A tropicália teve um papel compartilhado com muita luta em toda a arte naquele momento. 'Banda Larga' é um filhote, um neto, um bisneto do tropicalismo", disse o ministro da Cultura. Amigos e fãs fizeram uma fila indiana na entrada do camarim para cumprimentar Gilberto Gil.

para ver fotos da Sandra:
http://ego.globo.com/ENT/Noticia/Sobre_ontem_a_noite/0,,MUL89497-6944,00.html



- Postado por: Flavia Tostes às 09h37
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Fátima Bernardes e William Bonner apresentando de modo um pouco diferente a abertura do pan 2007 (JN do dia 13 de julho de 2007)

http://br.youtube.com/watch?v=JE6wJq7cOGQ



- Postado por: Flavia Tostes às 09h18
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 Fátima Bernardes caminha pela orla carioca

Fátima Bernardes montou o modelito esportivo e foi caminhar na orla da praia da Barra da Tijuca, no Rio, na quarta-feira (05). A jornalista aproveitou o dia ensolarado e saiu com sua personal trainer para se exercitar.

De short azul, camiseta preta e tênis, a apresentadora do Jornal Nacional andou bastante e se alongou. Para se proteger do calor e do sol, usou um boné, óculos escuros e bebeu muita água.

 



- Postado por: Flavia Tostes às 18h08
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Fátima Bernardes em forma

Forma: Fátima Bernardes malha na Barra da Tijuca

A jornalista e apresentadora do Jornal Nacional, carro-chefe dos jornalísticos da Globo, suou a camisa na tarde desta quarta-feira, dia 5. A morena, mãe de trigêmeos, pegou firme na malhação para não descuidar das formas que exibe, ao lado do maridão Willian Bonner, todas as noites na bancada do JN.
A maratona de exercícios rolou na Barra da Tijuca e contou com a presença da personal trainer da estrela.
Recentemente, Fátima precisou sair do ar após sentir mal-estares. Após investigações, descobriu-se que ela estava sofrendo de labirintite. 
 fonte: http://estrelando.uol.com.br/interna/interna_20092.htm

  

Portal do Leao Lobo:

Fatima Bernardes  nao descuida da forma fisica,sempre que esta de folga usa o dia livre para se exercitar.Nesta quarta feira(05) a apresentadora do JN, foi vista caminhado,ao lado de sua personal trainer,na praia da Barra da Tijuca,Rio.Depois de suar a camiseta,a apresentadora se alongou e tomou muita agua.

 



- Postado por: Flavia Tostes às 21h01
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William Bonner
O apresentador renovou o jornalismo da Globo ao fazer entrevistas polêmicas com os candidatos à Presidência no Jornal Nacional e conduzir o debate da campanha eleitoral

Com os filhos, os trigêmeos Beatriz (à esq.), Vinícius e Laura, de 5 anos: "A gravidez foi de risco porque foi fertilização in vitro, e foi assim porque a produção do pai era baixa. Me senti culpado um tempo, mas acabou quando deu tudo certo, e a gente é muito feliz hoje", diz

Ele foi o único jornalista a participar do debate que
encerrou o segundo turno da disputa presidencial de 2002, transformou-se no principal nome da imprensa durante a campanha, quando entrevistou os quatro principais candidatos no Jornal Nacional, mas nunca deixará de dar valor a outra eleição, bem menos importante e ocorrida
há 10 anos. Foi num longínquo plantão de madrugada com notícias sobre a corrida pelas prefeituras do País que William Bonner, 39 anos, começou a dar a volta por cima. Naquele tempo, o comportamento "arrombador de portas", como ele mesmo define, tirou-o das principais coberturas da Globo.
Na época no Jornal da Globo, Bonner começou 1992
deixando de apresentar o Jornal Nacional aos sábados. Depois, não lembraram dele na hora da cobertura da
ECO 92, a conferência sobre meio-ambiente que reuniu os principais líderes mundiais no Rio. "Me achei bom demais naquele momento. Arrumava encrenca, discutia e meti
os pés pelas mãos no relacionamento com colegas e
com a chefia", lembra o jornalista.

Com o bom trabalho no plantão das eleições municipais, Bonner reconquistou a confiança de seus superiores, mas guardou a lição. "Fiquei na geladeira um bom tempo para nunca mais esquecer", afirma. Talvez seja este o motivo de o editor-chefe e apresentador do Jornal Nacional fazer questão de atribuir seu sucesso em 2002 ao trabalho coletivo da cobertura eleitoral. "Tenho isso na cabeça por justiça aos meus colegas e para que não me perca numa egotrip de achar que sou sensacional, porque não é fato."

O jornalismo da Globo firmou ousadia, independência e equilíbrio na cobertura da eleição deste ano e Bonner, o rosto mais visível dessa orientação editorial, consolidou-se como um dos profissionais mais respeitados do País. Nada mal para quem começou a carreira, pelo menos a de apresentador, graças ao mais absoluto acaso. Em 1984, então estudante de Comunicação da Universidade de São Paulo (USP), ele pensava em se sustentar por meio da escrita - já tinha um emprego de redator publicitário - quando gravou a locução de um programa de rádio para o trabalho de um grupo de colegas. No dia da gravação, o diretor da Rádio USP FM passou pelo estúdio, gostou do que ouviu e convidou o aluno para apresentar um programa de rock.

No ano seguinte, o recém-formado aposentou a barba rala dos tempos de faculdade e aceitou o convite para trabalhar na Rede Bandeirantes. No começo, não aparecia na tela, apenas lia notícias no programa Oito e Meia. Em seguida, apresentou o Jornal de Amanhã. Com apenas um ano de formado, em 1986, chegou à Rede Globo, sepultando definitivamente os sonhos juvenis de se tornar engenheiro mecânico. "Queria construir carros, mas odiava cálculo.
Ainda bem que a vida me corrigiu", conta.

William, no entanto, mantém a antiga paixão. Não constrói, mas adora dar consultorias aos colegas que estão prestes a adquirir um automóvel e tem um prazer especial em comprar um carro. Em sua casa, são três: o dele, o da mulher, a também jornalista Fátima Bernardes, e o que o casal usa quando sai com os três filhos. Atualizado com os novos lançamentos e atento a cada detalhe, Bonner já chegou a fazer seis test-drives em um mês até escolher seu último carro. Quando o assunto é automóvel, só não consegue influenciar a própria mulher. "Ele sugere, dá palpite, mas para mim é tudo igual", diz Fátima, revelando um dos poucos pontos que o casal não tem em comum.

William sonhou ser engenheiro mecânico, trabalhou como redator de publicidade e virou locutor por acaso, ao gravar um trabalho para colegas de faculdade: "Queria construir carros, mas odiava cálculo. Ainda bem que a vida me corrigiu"

A maneira de se vestir também chegou a ser uma diferença entre os dois, mas desapareceu ao longo dos 12 anos de união. "Era mais largado. Melhorei porque a Fátima é tão elegante que comecei a me sentir incomodado", conta o jornalista. Hoje, ficaram no passado histórias como a vez em que William entrou numa farmácia de Ribeirão Preto (SP) vestindo bermuda surrada, camisa amarrotada, com barba por fazer e óculos para os seis graus de miopia. "Depois a Fátima foi à mesma farmácia e a vendedora disse que o marido dela tinha ido lá antes, disfarçado. E eu estava autêntico", lembra Bonner, que no JN usa lentes de contato.

Na época, os dois estavam em Ribeirão Preto para o tratamento de fertilização in vitro que possibilitou ao casal ter os trigêmeos Laura, Beatriz e Vinícius, 5 anos, assunto que William trata com o mesmo espirito esportivo. "Quando vi meu espermograma com o índice de 200 mil cheguei a comemorar, dizendo que tinha um Maracanã lotado. Até que o médico disse que o ideal seriam 60 milhões", conta.

Este bom humor foi fundamental para superar um momento efetivamente duro: o jornalista sentiu-se culpado por
só descobrir que o problema era com ele, após a mulher
fazer dois exames. A necessidade de Fátima tomar hormônios no tratamento contribuiu para esse sentimento. "A gravidez foi de risco porque foi fertilização in vitro, e foi assim
porque a produção do pai era baixa. Me senti culpado
um tempo, mas acabou quando deu tudo certo, e a
gente é muito feliz hoje", diz.

Essa felicidade está longe de ser ameaçada. Nem mes- mo o assédio, que ele garante não receber, representa um risco. "Não sou mais um homem desejável. Sou o cara do Jornal Nacional. Na melhor das hipóteses sou o marido da Fátima", diz o homem que foi tímido até 1982, quando se rebelou contra a decisão de uma professora da faculdade. "Ela
queria que comentássemos um trabalho de colegas. Fiz um discurso contra aquilo, ninguém entendeu, mas descobri
que podia dizer o que pensava."

Hoje o jornalista não se aborrece nem ao lembrar do preconceito que sofria por ser apresentador. "Fui ser chamado de jornalista há meses", diz, ressaltando a injustiça com que grande parte da mídia trata apresentadores sem funções editoriais. "Achavam que quem estava ali era um mero leitor, mas profissionais como Cid Moreira têm uma qualidade insuperável em seu ofício."

Como editor-chefe do JN, Bonner é bem diferente da imagem séria vista diariamente pelos mais de 30 milhões de espectadores do telejornal. "O William parece sério no ar desde os 24 anos, mas na redação está bem próximo do jeito brincalhão de casa", conta Fátima. A descontração costuma ser a marca das reuniões comandadas por Bonner, onde há espaço para brincadeiras em meio à discussão de assuntos sérios. "Minha equipe é jovem e não precisa estar condenada a fazer uma reunião barra pesada todo dia", diz.

William, porém, enfrentou uma barra em 1999, logo que assumiu o JN. Debaixo de forte pressão nos três primeiros meses, que ele atribui a uma conjugação de vaidades feridas pela sua escolha, pensou em desistir. Um período de férias o fez mudar de idéia. "Se continuasse a ter discussões homéricas, me deixando influenciar por aquele clima, transformaria a vida de todos ali num inferno." A solução foi sublimar a pressão até que ela desaparecesse. "Isso eu consegui, e considero uma grande vitória pessoal" diz Bonner, dando, enfim, uma trégua à modéstia.

A cumplicidade
com a esposa Fátima Bernardes:
"O William parece sério no ar
desde os 24 anos,
mas na redação está bem próximo do jeito brincalhão de casa"

Ainda falta conquistar algo na carreira?
A motivação é sempre grande. Fui à entrega do Emmy
em Nova York, fomos festejados, mas eu queria ter ganho
(O JN foi um dos quatro indicados ao prêmio, pela cobertura dos atentados de 11 de setembro, mas quem venceu foi a BBC de Londres). É um desafio cumprir a meta de mostrar tudo de importante que aconteceu no mundo, algemado pelo tempo, um exercício diário para nossas coronárias. Um trabalho tenso, em que não pode haver erro, porque
qualquer erro no JN é um escândalo.

Quais coberturas foram mais difíceis?
Fiz o plantão quando estourou a Guerra do Golfo, em 1991. Foram horas chamando Nova York, Israel, lendo notas, como malabarista, ancorando tudo aquilo. Quando o Ayrton Senna morreu fiquei dois dias seguidos em São Paulo narrando a chegada do corpo, o velório e o enterro. Foi uma cobertura dolorosa, muito emocionante e não tinha intervalo.

Ter virado celebridade incomoda?
Já tive dificuldade com isso, até que a Fátima me disse que se eu não conseguisse me sentir à vontade onde todo mundo estivesse olhando pra mim é porque estava na profissão errada. Com o tempo aprendi a lidar com isso, mas com relação a filhos isso me incomoda muito.

Por quê?
Não tenho como perguntar para três crianças de 5 anos se elas querem ser celebridade, então procuro preservá-las. Não permito que a imprensa entre nas festas de meus filhos, mas não posso impedir que tirem fotos na rua. Não vou cobrir meus filhos com um pano, isso é ridículo, só gostaria que eles pudessem escapar desse tipo de assédio, porque não sei que conseqüências isso poderá ter no futuro, na cabeça deles.

Alguma vez se chateou com o assédio?
Este ano, estivemos no Hopi Hari (parque de diversões
no interior de São Paulo
). Foi ruim porque tinha muita gente e, se parássemos para dar autógrafos, acabariam nossas férias. Mas tínhamos que explicar isso a cada pessoa que vinha pedir, para não magoar ninguém. Ali vi que meus
filhos estavam ficando chateados, porque não conseguiam andar para lugar algum.

Prefere ser editor-chefe ou apresentador?
Como editor-chefe, é bom demais organizar o jornal, dar ao texto a cara que você acha que deve ter, construir o bicho. Mas nesse ano apresentar foi mais desafiador, com as entrevistas e debates. Quando a apresentação tem um charme a mais como esses, é claro que é mais legal fazer.

Pensa em envelhecer no JN?
Pela minha vontade, não quero sair, mas o editor-chefe mais longevo do jornal ficou cinco anos. Verdade que antes de mim nenhum editor-chefe era apresentador, mas acho improvável que fique 20 anos. E não sendo editor-chefe continuaria como apresentador? Não sei.



- Postado por: Flavia Tostes às 18h31
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