

CRIAÇÃO BY:
Quem comemora hoje uma nova idade é o William Waack, nós do blog desejamos à você muita saúde e muito sucesso.
Parabéns William!!

Muito prazer, Maverick
E VOCÊ VAI ME CONHECER AGORA Na paz do lar, o jornalista Chico Ferreira, com o filho Chiquinho e a camisa do colorado gaúcho, mostra outro dos seus xodós, o imortal Maverick
Se você pretende saber quem sou eu, eu posso lhe dizer. Entre no meu carro, na estrada de Santos, e você vai me conhecer". Com essa música do rei Roberto Carlos, o jornalista Chico Ferreira, 44 anos, define sua paixão pelo landário Ford Maverick 302 GT V8, ano 77.
Chico diz que a paixão existe desde pequeno. Em 1997, comprou um modelo bem conservado por bom preço de uma senhora. Segundo o jornalista, só precisou de uns ajustes mínimos na lataria. Preferiu manter a originalisdade, evidenciada nas linhas pretas sob o capô do moter e nas laterais.
"O Maverick é uma lenda dos anos 70. O desenho dele é único, original, criativo, e desperta a atenção de quem vê. Os carros de hoje, na maioria, são da cor prata e praticamente com o mesmo design. Ele [o Maverick] não. É um antigo que não envelhece" diz o jornalista, que usa o carro no dia-a-dia.
Dono de uma força de arranque incontestável, o Maverick tem um consumo de combustível que, nas palavras do dono, varia de 1 a 8 km por litro.
Música do motor
"Se maneirar na aceleração, aproveitar todos os semáforos no verde, o carro rende 5 km por litro. Na estrada, numa viagem que fiz, conseguiu fazer pouco mais de 8."
O motor GT V8 com 180 cavalos de potência faz de 0 a 100 em 11,5 segundos. De acordo com Chico, pode chegar próximo dos 200 km/h.
"Não abusei mais por medo, já que o sistema de frenagem é antigo. Em caso de alguma emergência, seria necessário um sistema de franagem mais atual, com ABS, por exemplo", revela o jornalista, que tem uma maneira bem própria de chamar o barulho inconfundível do motor de 8 cilindros: "a música do motor". A única alteração no motor do veículo foi a instalação de uma ignição eletrônica, substituindo a igição platinada, para melhorar o rendimento na distribuição de energia e evitar problemas futuros no motor.
Fazendo as honras de carro com grande estilo, o Maverick até participou de um videoclip na música "Cosmorama", da banda Motormama, de Ribeirão. "Eles precisavam de um carro estiloso", conta.
Como todo carro antigo e bem conversado, é inevitável receber propostas de compra. No entanto, Chico sabe dem como se defender de qualquer oferta. "É herança dos meus filhos André, 6 anos, e Francisco, 3 anos. Não posso vender", diz rindo.
Essa é com o Paulo Carlim, ex-apresentador do Jornal Regional da EPTV afiliada da Rede Globo em Ribeirão Preto!
1*Ser jornalista sempre esteve nos seus planos?
- Sim, ser jornalista é algo que quis desde a infância. Resultado da soma da admiração que sentia pelos autores dos textos que lia, principalmente, no Jornal de Piracicaba, minha terra natal, e dos repórteres de TV, os quais eu considerava gente comprometida com os destinos do País.
2*O que você acha que é fundamental para ser um bom jornalista? E qual seria o dever deste?
- Antes de tudo vem a importância de uma conduta ética e de valorização da pessoa e dos direitos humanos. No que se refere ao comportamento e a análise social, este é o ponto de partida para todo o resto: uma visão política apurada, interesse por histórias humanas e uma vontade autêntica de experimentar a vida, em reportagens de aventura, por exemplo. Tudo isso considero importante, além é claro da capacidade de trabalhar com a palavra, ferramenta básica do jornalismo.
3*Qual foi a suas reportagem mais marcante? E por quê?
- Embora torcedor dividido entre o São Paulo e o XV de Piracicaba, uma das boas foi atuar como repórter de campo no primeiro título brasileiro de história do Corinthians, em 1990, gol de Tupãzinho no Morumbi. Pelo valor histórico de ser o primeiro. Reportagens esportivas são, em geral, muito prazerosas, como foi quando voei de carona num avião Bücker Bü 131, o melhor acrobático já inventado, no aeroclube de Piracicaba, e o piloto não economizou nas acrobacias. Já em 2004, em Ribeirão Preto, considero ter me realizado ao produzir uma reportagem sobre Economia Agrícola, ao retratar os avanços de qualidade nos processos das empresas exportadoras do agronegócio. Enfim, toda reportagem certamente guarda sua marca.
4*Quais foras as influências que sofreu na sua vida pessoal e profissional?
- Considero que recebo influência de qualquer pessoa, em qualquer conversa, em qualquer local. Um papo na esquina muitas vezes pode render uma boa pauta jornalística. Mas naturalmente as principais influências são minha própria família - sua história, professores de 30 anos, desde o primário até a Pós-Graduação, em diferentes escolas, colegas de profissão e, atualmente o foco está muito direcionado para as fontes de informação que me ajudam nas pesquisas que desenvolvo.
5*Já cometeu alguma gafe no ar? Qual?
- Acho que foram poucas, felizmente. E a maioria talvez não tenha sido "no ar", felizmente também. Foi algo do tipo deixar de reconhecer uma autoridade importante numa situação. Ao vivo não chegaram a ocorrer propriamente gafes, mas sim situações engraçadas. Na primeira (veja bem, primeira) atuação como repórter de campo, ainda em 1988, em Sorocaba (São Bento e XV de Piracicaba), eu ainda todo enrolado com os fios do microfone - só a Globo tinha então os sem-fio - o jogo começou e o São Bento faz um gol com 30 segundos de jogo. Na mesma hora o fiscal da Federação Paulista de Futebol me retirava aos berros da lateral do campo, afinal lugar de repórter é atrás da linha de fundo. Eu nem vi o gol e o narrador me pediu o detalhe do lance. Nem um minuto de jogo, meu time perdendo, minha primeira transmissão e eu ainda por cima não tinha o detalhe do gol, que eu não tinha visto por estar batendo boca com o fiscal. Por sorte o repórter do outro lado do campo era muito experiente e fez o serviço por mim, respondendo ao narrador. Eu mesmo demorei até o fim do jogo para entender o que tinha acontecido.
6*Pretende voltar para a apresentação do Jornal Regional?
- Não, embora deva dizer que tenha sido muito feliz ocupando a função por 10 anos. Mas acho que meu tempo nessa posição já passou. Caso possa um dia retornar à televisão regional, imagino que não seria como apresentador do jornal, mas numa função mais de bastidores.
7*Que conselho você daria ao jovem que pretende ser jornalista?
- O primeiro, "sue a camisa": estude, leia, ouça muito. E reze a Deus para ser capaz de usar as palavras certas em cada reportagem. Afinal, falamos é de pessoas.
Hoje o aniversário é do nosso blog, ele está fazendo um ano que está no ar! Em comemoração colocamos um novo layout personalizado. Quero agradecer à todos que dentro deste ano esteve sempre nos visitando, o blog teve mais de 19.500 acessos, muito obrigada mesmo. Espero que continuem nos visitando!
**Obrigada também ao Luiz do blog da anapaula.araujo.zip.net que fez o layout, mais uma vez obrigada!