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O jatobá é uma das árvores que mais seqüestram dióxido de carbono do ar, segundo estudos. Ou seja, ele purifica o ar. Rosana Jatobá, 37 anos, que segue a tradição das lindas e cativantes apresentadoras do tempo do Jornal Nacional, resolveu seguir também o chamamento ecológico de seu nome e partiu para a luta. Além de indicar ao espectador o quanto de sol e chuva vai ter o dia seguinte, ela agora comanda um programa no canal GNT, Um Mundo pra Chamar de Seu, às sextas- feiras, às 21h30, sobre questões ambientais. ''Não dá para falar uma coisa em meu programa e fazer outra na vida real, em casa. Temos de ter coerência. Mas é muito difícil abandonar velhos hábitos'', reflete Rosana sobre sua vida e nova casa, no bairro Cidade Jardim, em São Paulo, que comprou com o futuro marido, o empresário do mercado financeiro Frederico Mesnik, 40. Sim, eles vão casar dia 27 deste mês, em uma cerimônia no Jockey Club de São Paulo, local em que se conheceram, no casamento de um amigo, em 2003. ''Sempre fui muito independente, não acreditava em tradições matrimoniais até pegar o buquê nesse casamento'', diz ela sobre o encontro. E estão juntos na nova casa de 600 metros quadrados, quatro quartos, duas salas, um escritório, uma minibiblioteca e um jardim - todos, naturalmente, com vários toques ecológicos - há nove meses. Confira o jeito ecologicamente correto de viver de Rosana.
O que fazer com o acrílico?
Na casa de Rosana Jatobá, a maioria dos móveis é reaproveitada, como estes sofás da foto. ''Eu e Frederico apenas reformamos e reutilizamos coisas antigas. E só compramos móveis com madeira certificada'', garante a jornalista em sua sala de dois ambientes, que tem, na decoração, castiçais, cadeiras e abajur de acrílico. ''Às vezes, eu me vejo num dilema: desfaço-me de meus antigos objetos? Tenho há um tempão esses de acrílico, mas não vou me desfazer. Não é pra tanto, né? Temos de ter bom senso'', diz sobre as peças. Ao lado do sofá principal, uma cumbuca cheia de caixinhas de fósforo, uma coleção do futuro marido
Paraíso verde
O café da manhã, no jardim, é feito em cima de uma mesa especial, de madeira recuperada, que Rosana trouxe lá de longe, de Cruz das Almas, na Bahia. ''Comprei em um projeto de reflorestamento e aproveitamento de madeira que sofreu queimada. O pessoal de lá percorre áreas de desmatamento e aproveita madeiras que seriam descartadas'', explica a jornalista. A mesa fica na entrada de um paraíso verde. ''Conseguimos aliar uma área aconchegante com outra cheia de verde'', conta. Com a ajuda de um jardineiro do bairro, ela reorganizou a área, colocou grama preta, que pega mesmo sem sol, dama-da-noite (um pedido especial do noivo) e jasmim. E mais: uma árvore Phoenix de mais de 20 anos, uma pitangueira, uma jabuticabeira, bromélias e lírios.
Luz para ler
Rosana jura que vai trocar todas as lâmpadas incandescentes por fluorescentes, que economizam 30% no gasto de energia em uma casa. ''No meu quarto, pretendo colocar leds no lugar de lâmpadas. Elas são mais caras, mas duram cerca de dez anos'', explica ela sobre as pequenas lâmpadas, de baixo consumo. A minibiblioteca, que conta com uma coleção de livros de Rosana sobre turismo e meio ambiente, é bem iluminada, graças à janela que dá para a garagem. Ah, ela diz que não acende luz enquanto ainda está claro, para economizar energia.
Cadeiras recicladas mesmo
''Adoro esta mesa. Ela é rústica'', diz Rosana sobre o móvel de madeira certificada, ao lado da bicicleta ergométrica. As cadeiras Herman Miller do escritório deram trabalho para ser encontradas. ''São as únicas feitas com 100% de material reciclado'', diz ela sobre a companhia americana que adota práticas ''amigas do planeta'' em sua produção.
Ela desliga tudo!
Na cozinha, Rosana não esquece seus mandamentos em prol da sustentabilidade e da ecologia. Seus eletrodomésticos foram comprados durante uma viagem a Chicago, Estados Unidos. Explica-se: são aparelhos de alta-eficiência, que economizam até 60% de energia. E, sim, Rosana diz que é daquelas que despluga tudo quanto é aparelho elétrico em casa. ''Eu não deixo os aparelhos ligados à tomada quando não estão sendo utilizados - exceto a geladeira'', conta. Em cima da mesa, mais um item de sua missão: uma ecobag: ''Nada de sacolinhas de plástico!'' Como seu bairro não tem coleta de lixo seletiva, ela leva todo o material que acumula até um supermercado próximo que tem um posto desse tipo.
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Hoje o telejornal de maior audiêndia da Rede Globo está completando 39 anos que está no ar.
História
O Jornal Nacional foi o primeiro noticiário de televisão em rede do país transmitido ao vivo. Durante a década de 1970, por interesse próprio, o telejornal deu ênfase à cobertura internacional e aos esportes.
Na década de 1980 três episódios envolvendo o telejornal criaram polêmica. Em1982, durante a cobertura das eleições para o governo do estado doRio de Janeiro, o telejornal foi acusado de participar de uma tentativa de fraude nas eleições. Era a primeira eleição direta para governador após a instauração do regime militar e o pleito envolvia também a escolha de senadores, deputados estaduais e federais, prefeitos e vereadores. O TSE decidiu, naquele ano, informatizar pela primeira vez a fase final da apuração, isto é, o somatório dos mapas produzidos manualmente pelas juntas de apuração em cada zona eleitoral. No Rio de Janeiro, a responsável pela apuração foi a Proconsult. A apuração, desde os primeiros dias, seguiu lenta no Rio, enquanto nos outros estados já estava avançada. Além disso, os resultados indicavam um predomínio dos votos do interior, o que dava uma aparente vantagem ao candidato do PDS, Moreira Fraco, sobre Leonel Brizola, do PDT, político historicamente perseguido pela emissora de Roberto Marinho. Esses resultados eram semelhantes aos números divulgados pela Rede Globo. Na verdade, a emissora reproduzia, por motivos de economia, os números de O Globo. O jornal vinha divulgando lentamente os dados, pois acompanhava detalhadamente a apuração dos pleitos proporcionais.
Em 1984, o Jornal Nacional foi acusado de omitir informações sobre a campanha das Diretas Já, porque deu a notícia do grande comício na Praça da Sé em São Paulo, no dia 25 de janeiro na mesma matéria em que noticiou as comemorações do aniversário da cidade. Em 1989, a polêmica ficou por conta da edição do debate presidencial apresentado pelo telejornal dias antes das eleições. A emissora foi acusada de ter favorecido o candidato Fernado Collor de Mello que disputava o segundo turno do pleito eleitoral com Luiz Inácio Lula da Silva (mais tarde, em 2004, foi lançado o livro "Jornal Nacional - A Notícia Faz História", que, ao invés de esclarecer as acusações, atribuiu a causa dos eventos a pequenos enganos ou confusões).
Na década de 1990, a qualidade do telejornalismo praticado pela emissora apresentou grande melhora. O Jornal Nacional passou a apresentar grandes furos de reportagem, como a violência policial na Favela Naval em Diadema, a entrevista com Paulo César Farias, no período em que se encontrava foragido, a apuração de casos de fraudes na previdência social com a prisão de Jorgina de Freitas, o escândalo dos precatórios entre outros, consolidando a audiência e a confiança do público do telejornal.
Nos últimos anos, a linha editorial do JN tem demonstrado uma preferência por reportagens produzidas no eixo Rio-São Paulo. Apesar de possuir equipes em emissoras afiliadas em todos os estados brasileiros, o volume de reportagens vindo das emissoras afiliadas tem sido menor.
Fátima Bernardes e William Bonner são os apresentadores titulares desde 1998, e aos sábados são Alexandre Garcia, Carla Vilhena, Chico Pinheiro, Heraldo Pereira, Márcio Gomes, Renata Vasconcellos, Renato Machado, Sandra Annenberg e William Waack que fazem parte do rodízio.
fonte: Wikipédia
Zeca Camargo, agora apresentador titular do "Fantástico", inicia no próximo dia 12 sua segunda volta ao mundo.
A viagem durará só 36 dias e servirá para mostrar dez patrimônios da humanidade, alguns deles ameaçados.
Em 2004, Camargo fez uma viagem de quatro meses pelos cinco continentes, e o público escolhia as cidades que visitava. Desta vez, os locais foram previamente escolhidos. O apreserntador ficará em média três dias em cada lugar.
A globo ainda dicide quem deve subistituir Zaca à frente do "Fantástico". A primeira opção é colocar Pedro Bial ao lado de Patrícia Poeta. Outra idéia é deixar duas mulheres como apresentadoras. Nesse caso, entraria Renata Ceribelli.
